Imobiliárias podem colaborar no combate a dengue
 O verão mal começou e um antigo inimigo já fez milhares de vítimas em Minas Gerais. Os registros de pessoas contaminadas pelo o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, preocupam. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, o saldo de pessoas que sofreram com a doença é mais do que o dobro em relação ao ano passado. Foram 12,8 mil pacientes em 2008, contra 5,2 mil em 2007. Para conter o avanço desse mal, a CMI/Secovi-MG pede a colaboração dos diretores das imobiliárias associadas à entidade para mobilizarem seus corretores a fim de ajudar no combate a essa doença. Os imóveis que estão fechados e disponíveis para venda ou locação são focos em potencial de proliferação do mosquito, devido à ausência do morador e a conseqüente falta de cuidados com o ambiente. Por isso, são de extrema importância para o controle da dengue. Os corretores podem colaborar verificando - ao visitar um imóvel - se há água parada nos ralos; mantendo os vasos sanitários e caixas d’água tampadas; e retirando qualquer recipiente que possa acumular água e servir de criadouro para o mosquito. Se houver suspeitas que algum imóvel é um foco de dengue, Ariano Cavalcanti de Paula, presidente da CMI/Secovi-MG, orienta que “o profissional deve comunicar os órgãos competentes para que as medidas necessárias sejam tomadas”. Este é o momento ideal para que os corretores comecem a fazer as vistorias, pois as condições climáticas estão cada vez mais favoráveis para a proliferação do Aedes aegypti, com o aquecimento global e a intensidade das chuvas, já que água parada é o ambiente onde as larvas dos mosquitos se desenvolvem. Os principais sintomas da doença são febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações. Existem duas formas de dengue, a clássica, que é mais branda e a hemorrágica, que é a forma mais severa da doença, que pode causar a morte do paciente. Fonte: Secovi/MG |